quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

E Tu?


E tu?
 
Ver-te de longe
Sentir teu calor,
Ouvir-te,  e partir….
É como morrer lentamente.

Deixas-me morrer
No lento dos teus dias?
E é na imensidão do silêncio,
De um minuto,
Que vejo o tanto que me fazes falta.

Talvez o poeta sombrio tivesse razão.
De que me serve ser lua, sol…
Se talvez nunca me terás. 

Moro no céu que admiras
E te guio pela noite,
Os dias, esses não passam por mim.

E tu?
Deixas-me morrer
No lento dos teus dias?
E eu contorno o sombrio poeta.
Eu já era teu
Mesmo antes de nascer.
 
Com amor,
José
 


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